Tenho vários livros de cabeceira, acho que nem a mesinha daria conta de tantos livros. Mas existe um insubstituível que é o Dicionário de Símbolos de Jean Chevalier e Alain Gheerbrant. O ano de 2016 tem sido um ano bastante peculiar pra mim. Pense numa situação onde você está andando calmamente e, de repente, você tropeça numa pedra e sai rolando despenhadeiro abaixo e quando você chega percebe que, apesar da grande queda, você está viva, apesar das fraturas expostas, das feridas pelo corpo, do estado de choque, da falta de locomoção, você pensa: abri os olhos, estou viva! Mesmo ainda me reabilitando do acidente sofrido, estou lendo mais que nunca, estudando mais que nunca, tentando me reconectar com meu eu mais profundo, o meu Deus, e experimentar a conexão com o Sagrado. Por isso entra o Dicionário de Símbolos. Daqui há alguns dias faço aniversário e são pelas descobertas com meu Deus interno que compartilho com vocês a primorosa sabedoria dos números e seu valor simbólico: 3: ...