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Mostrando postagens com o rótulo Deus

A cabana (o filme)

Há algum tempo, escrevi sobre o livro A cabana de William P. Young. Hoje escrevo sobre o filme baseado no livro. Prometo que não contarei tudo do filme, afinal nem tem como. Não há necessidade de ler o livro para compreender o filme, é bem palatável, mas ler o livro robustece a obra cinematográfica. Gostei do resultado. O filme, assim como o livro não fala em religião e sim da fé, e sim no confiar = fé.  Acredito em Deus, ou seja lá o nome que tenha, que no meu entender é uma força que não podemos contabilizar em números e que está em toda parte. Inclusive dentro de nós. Sabe qual a coisa bem marcante que o filme deixa claro é que nós nunca acreditamos nisso. Não acreditamos nessa força, nessa energia. O filme traz á tona a questão do julgamento que sempre estamos dispostos a fazer, em tudo. Sempre lembramos de Deus quando acontece algo de ruim cuja a culpa nós achamos que sempre é dele e esquecemos de analisar toda uma conjuntura para que o mal se fizesse. Gosto muito da...

A cabana

Gostaria neste momento estar num deck contemplando as estrelas acompanhada de alguém interessante e que fosse o responsável pela Criação. E que ao entrar na cabana estivesse esperando por mim outras companhias muito agradáveis e que me acalentassem a alma. E por alguns dias pudessem me dar um intensivo de como viver plenamente. Esse é mais ou menos o que o livro A Cabana  propõe. Na verdade o livro trata-se de muito mais. O livro conta a história de Mack e seu acerto de contas com Deus. Gosto de reler e rever coisas. Dessa vez foi com A cabana. A primeira vez, o li em 2008, de lá pra cá muita coisa mudou e eu também. Tô mais ou menos como Mack tentando acertar minhas contas com O Criador. Tentando compreender "A Grande Tristeza" que se abateu na minha vida. Sendo que na vida de Mack a tristeza foi pior que a minha.  Tristezas à parte, o livro é fabuloso. Sugiro a todos que leiam, independente de suas tristezas ou de suas alegrias. O livro é pra vida. O bacana é notar que...

Sequência de Fibonacci

Não sou matemática. Mas vou falar, ao meu modo, de uma sequência que entrei em contato recentemente: é a sequência de Fibonacci. Fibonacci foi um matemático italiano que no ano de 1202 descreveu uma sequência de números inteiros começando por 0 e 1 e cada, termo subsequente corresponde a soma dos dois anteriores. Na matemática a fórmula é Fn= Fn-1+Fn-2. A sequência Fibonacci está aplicada na análise de mercados financeiros, na ciência da computação, na teoria dos jogos e também aparece na natureza (nos ramos das folhas, nas copas das árvores, no número de pétalas das flores, nas pinhas, na folha das bromélias, na concha do mar, nas colméias) e na dentição humana (os dentes anteriores estão na proporção áurea. O incisivo central está proporcional à largura do incisivo lateral assim como o incisivo lateral está proporcional ao canino e os canino no primeiro pré-molar). Por que estou falando de Fibonacci se não sou uma matemática? Porque quero falar de algo diverso mas ao mesmo t...

A Árvore da Vida

“Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Dize-mo se tens entendimento. Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel? Sobre que estão fundadas as suas bases, ou quem lhe assentou a pedra angular, quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus? (Jó, 38:4,7- O Senhor convence a Jó de ignorância) Assim começa o filme A Árvore da Vida de Terrence Malick, com versículos do Livro de Jó. Jó era um rico proprietário de terras; homem íntegro e reto, temente a Deus e sempre se desviava do mal. Até que Satanás propõe a Deus tirar todos os bens de Jó a fim de que este ratifique a sua fé. Deus então, confiante na fé de seu filho, retira todas as bênçãos de sua vida. Jó passa por provações das mais diversas, porém, permanece com sua fé. A abertura do filme com o livro de Jó dá o caminho o qual irá seguir. A história de uma família, temente a Deus, que com a perda de um ente amado, questi...

A vocês: jovens poetas

Descobri Cartas a um jovem poeta , do escritor Rainer Maria Rilke, através de uma entrevista de uma promissora cantora em 2006. Desde então, é o livro que “vira e mexe” está em minha cabeceira. O livro que possuo, cheio de marcações e observações, é da editora L&PM. Livro pocket, contém apenas as cartas de Rilke para o jovem e aspirante poeta Franz Kappus. Apesar de ser pocket, o livro carrega um gigantismo em suas páginas. Kappus é um jovem que vive um dilema: seguir a carreira militar ou enveredar-se pelo caminho das letras. Em virtude disso, começam as trocas de correspondências com o já renomado poeta Rilke. Estabelece-se então um diálogo, na verdade, diria um monólogo (se é que posso chamar assim) de aconselhamentos para o jovem aspirante. Questões tais como: arte de escrever, crítica literária, poesia, viver artisticamente, paciência, amor, sexo, estabilidade, maternidade, seres humanos, solidão, Deus, enfim, algumas que puderam, a princípio, ser enumeradas, rondam o uni...