Quando assisti ao filme Clube dos Cinco (The Breakfast Club) pela primeira vez era uma criança. Tinha lá pelos oito anos, era 1989. De cara me encantei pelo personagem bad boy John Bender interpretado pelo charmoso ator Judd Nelson. Depois na adolescência assisti ao filme novamente numa dessas Sessões da Tarde e já tive um outro olhar sobre os personagens e o todo do filme. Recentemente o filme passou num canal à cabo e, mais uma vez, o assisti. Hoje, já tenho a noção do que representa e representou. Marcou época. A história básica do filme é: cinco jovens ficam de castigo por oito horas num sábado na escola. Eles têm como tarefa escrever uma redação com 1000 palavras sobre como se veem. É daí que o filme parte para uma viagem intensa, dramática e comovente. Cada jovem tem uma história diferente de vida. Estereótipos são representados e marcados: o atleta da escola (bonito e valentão); um “nerd”; uma jovem que, segundo caracterização do filme, é “um caso perdido”; uma princesa (o...